quinta-feira, julho 07, 2011

E...


Tanto tempo depois....
Já não consigo trabalhar com isto, da mesma forma que o fazia(quase de olhos fechados), mas com um pouquinho de empenho... volto a ser uma "expert" nesta área :)
O tempo passou tão depressa... mas de facto foi muitoooooo tempo sem aqui deixar uma palavrinha.... Também confesso.... não tinha "inspiração" necessária para tal.
Um dia destes volto:)
E.... Até já!

domingo, maio 16, 2010

Um Por-do-Sol...

... que muda uma vida!



E que muitas imagens como estas sejam possiveis :)


Quando menos se espera... somos envolvidos pela magia...


quarta-feira, abril 21, 2010

A força...


... das palavras!
Sejam elas escritas, faladas, murmuradas, gesticuladas....
Quem consegue ficar indiferente a palavras que mostram alegria?!
Quem não fica atingido por palavras que se sentem tristes?!
É tão simples ser-mos atingidos por palavras.... por vezes elas mesmas magoam mais que um simples gesto... Por vezes as simples palavras conseguem fazer sorrir quem não está com vontade nem se quer de nos ouvir...
Quantas e quantas vezes não magoamos alguém, precisamente por falta de palavras?!
Quantas e quantas vezes não parecemos "chatos" perante alguem, devido ao excesso de palavras?!
As palavras têm esse DOM... têm mais que uma faceta possivel... Uma simples frase, pode querer significar tanta coisa diferente, basta apenas mudar a ordem da pontuação necessária...

Quantas e quantas vezes as palavras nos deixam entusiasmados com um acontecimento proximo.... com uma noticia recebida...
E... no lado oposto.... quantas vezes as palavras nos atiram ao chão, fazendo-nos perder esse mesmo chão...

A vida é composta por palavras.... que são a forma que temos de nos expressar... Sejam essas palavras por linguagem gestual, através da fala, e mesmo da escrita... é a PALAVRA que faz com que tudo gire...

Farei os possiveis para que as minhas palavras não deixem de se "ouvir"/ler/entender.


quarta-feira, fevereiro 17, 2010

Um abraço

Descobri-a

Um par de horas...

... inesperadamente bem passadas!
"...Planos para o almoço?", foi assim que começou... através das novas tecnologias onde é permitido escrever e enviar por intermédio de um telefone móvel.

O almoço era para ser na zona do Saldanha, mas como não estou muito habituada ao transito da capital, muito menos quando há obras que cortam ruas, acabei por ir ter ao Chiado e "perdi-me" por lá. A minha inesperada companhia decidiu então ir ter comigo... e pensava eu que iriamos almoçar num daqueles restaurantes que há nos centros comerciais, mas não... as surpresas começaram logo aí... Caminhamos um pouco e chegamos ao Bairro Alto... um restaurantezinho muito acolhedor com comida tipicamente portuguesa. A caminhada até ao restaurante foi feita debaixo de uma chuvinha muito miudinha, mas conseguiu fazer-se bem, sem grandes estragos.
O almoço decorreu calmamente entre conversas, garfadas e risadas.... quando chegou a hora de escolher a sobremesa...

-"tens tempo?"(perguntou-me) ....

- "Tenho!" (respondi)...

-"Então vamos comer a sobremesa a Sintra!"... e assim foi...

A chuva levezinha que caia na ida para o restaurante ficou mais pesada um pouco e a viagem de regresso ao Chiado foi mais apressada do que a primeira.
Próxima paragem... Sintra... onde a chuva que se fazia sentir não permitiu grandes passeios a não ser dentro do carro, mas vislumbrou-se um pouquinho da beleza daquela zona... a paisagem causada pela vegetação é fenomenal... tem algo de mistico, romântico, assombrador... mas lindo.
A viagem continua... Próxima paragem...Cabo da Roca.

A chuva e a ventania que se fazia sentir no momento não permitiu muito, mas pelo menos esta fotografia consegui tirar :)
De regresso ao carro e com este em movimento... paramos num sitio muito acolhedor... não muito longe do Cabo... um barzinho de nome Moinho... e é de facto um moinho :) aqui deliciei-me com um belo chocolate quente, porque a temperatura la fora era agreste.... Decoração mistica, musica ambiente, e um gatinho de estimação a passear por entre as mesas....

O tempo foi passando e estava na hora de regressar á capital, porque o trabalho aguardava quem me acompanhava e me permitiu tal passeio. A viagem de regresso foi feita pela zona marginal... passamos pelo Guincho, onde a agua do mar estava tão limpinha. Seguimos até Cascais e continuamos viagem até Lisboa...terminando o passeio inesperado quase em hora de ponta e na zona onde era previsto eu ir ter.
Balanço deste dia?!
Umas horinhas muito bem passadas, numa companhia de igual modo muito boa (aliás... boa companhia só poderia dar em bons momentos)
De negativo... sublinho o facto do estado do tempo... pouca chuva, mas muito vento, e também o facto de ter passado tão depressa.


Obrigada a Ti que me proporcionas-te estes simples momentos :)

terça-feira, fevereiro 16, 2010

O reencontro


O reencontro surgiu quando nunca esperado.
Afinal de contas... foi um ano passado em que nem um "Olá, como estás!" foi transmitido.
Mas o que me passava na cabeça é que "afinal se nada diz é porque está bem", e de facto assim foi... durante cerca de um ano.
Naquele dia estava perto... decidi tentar saber alguma coisa... e consegui... fazer aquele percurso novamente não foi facil... as lembranças estavam a fervilhar na minha cabeça e não me sentia bem em estar naquele sitio novamente, depois dele ter sido mandada embora sem qualquer "explicação". Não queria estar a entrar em terreno de areias movediças e que mais dia menos dia me levariam ao mesmo que ja passou... os silêncios que doem... as preocupações que aparecem... a ansiedade em querer ter um pequeno sinal de estabilidade....
Subi as escadas... como tantas outras vezes tinha feito, mas desta vez subi degrau a degrau de cabeça baixa... não queria antecipar aquele momento... não queria aperceber-me que afinal pouco, ou nada, tinha mudado.
O abraço surgiu.... e as lagrimas surgiram em ambos... realmente o espaço fisico continuava o mesmo... (apesar de há muito ali não ter entrado)... o cheiro continuava o mesmo...
Sentamo-nos nas poucas cadeiras que existiam na cozinha... apenas conseguia olhar e tentar aperceber-me o porquê dali estar... o porquê de ter voltado aquele sitio depois de ter sido simplesmente ignorada durante tanto tempo. As lembranças passavam em camara lenta na minha mente... não sabia o que estava a sentir... um misto de alegria e raiva ao mesmo tempo...
O tempo foi passando... a conversa foi calma apesar de pouco ilucidativa.
Parece que a partir dali estavamosa voltar ao inicio.... onde todos os movimentos e novidades eram comunicadas, não existia espaço para silêncios, e apenas estava a redescobrir uma fase ja vivida. A mão foi dada naquele dia... e assim permaneceu... ás vezes sente-se que aperta mais, outras vezes há em que parece que nada existe na palma da minha mão a não ser o ar que por ela passa. Os dias foram passando... e voltou tudo ao que era... os silêncios que dantes não existiam de minha parte começaram a aparecer... e certamente é o reflexo de todo o silêncio sentido durante o tempo do desencontro... Hoje... os silêncios são gelo afiado.... em que corta como folhas de papel... que parecem inofenssivas, mas podem magoar e muito. O meu silêncio é apenas o reflexo daquilo que me foi transmitido... demorei, mas aprendi a manter-me em silêncio até que decidam quebra-lo. Demorou... mas aprendi a não me meter naquilo para o qual não fui chamada... Demorou... mas aprendi a silênciar-me apesar da furia que sinto dentro de mim em certos momentos... Demorou, mas aprendi....
Hoje... trocamos palavras frias, como aquele gelo silencioso. Quando voltaremos a trocar palavras mais amenas... não faço ideia... com tudo isto também aprendi a ficar sossegada no meu canto. Apesar de ás vezes a reacção ser quase imediata e procurar saber noticias. Dizem que "as más noticias chegam depressa"... talvez seja verdade... mas a distância não ajuda a que isso aconteça.
Hoje... posso dizer que já não te conheço.
Amei-te um dia (como uma mulher ama um homem) e tu descobriste isso antes de eu propria o saber... talvez seja o "instinto maternal" que dizem que as mulheres têm que faz com que tanto me preocupe contigo, que faça com que o teu bem-estar acalme a minha impaciência e a minha sensação de incapacidade perante certas situações.
A frieza toma conta de mim e sinceramente não sei se quero que ela se vá embora. Estou cada vez mais distante, mas não apenas geograficamente.
Quando nos fecham a porta, até podemos tentar tocar á campainha, mas se não a voltam a abrir, não há maneira de conseguirmos entrar novamente. Essa mesma porta foi aberta um dia (não há muito tempo), mas a partir do momento que passei para o lado de fora, não consigo entrar novamente... pareceu-me apenas enconstada, mas não passou de ilusão de optica.
Tenho a agradecer tudo de bom... tudo de mau... tudo de "assim-assim" pelo qual passei... tirei uma boa lição... mas muitas mais terei que aprender.
Os amigos não são perfeitos, temos que conhecer as imperfeições de cada um e se não consegui-mos fazer com que melhorem, moldamo-nos a eles e assim é possivel alguma coisa.
O que faço, ou fiz, não é á procura de agradecimentos, porque não faço as coisas com esse objectivo. Se posso fazer algo de bom, porquê não o fazer?
Hoje amo-te como amigo.... apesar da distância, apesar da frieza, apesar de tudo.
Houve um dia em que eramos simplesmente os melhores amigos... e hoje... o que somos?!

sábado, fevereiro 13, 2010

Parece...

...que ainda ontem nasceu...


E faz hoje 1 aninho...




Que este dia se repita por muitos e bons anos... e no que depender desta tia (babadissima) serás MUITO FELIZ!

terça-feira, janeiro 26, 2010

Li...


"Quando amamos alguém,
não perdemos só a cabeça,
perdemos também o nosso coração.
Ele salta para fora do peito e depois, quando volta,
já não é o mesmo, é outro,
com cicatrizes novas.
E outras vezes não volta.
Fica do outro lado da vida, na vida de quem não quis
ficar ao nosso lado."


in "O dia em que te esqueci" de Margarida Rebelo Pinto