... ntem fechei-me
L ibertei-me frente da tv
H oje vou em viagem
O onde irei parar?
S into-me mais vazia a cada km
Q uantas viagens já eu fiz?
U mas quantas, é certo...
E entre sorrisos e lágrimas...
N ada pior que a hora da despedida
A braços trocados... com vontade de ficar...
O mbros mais vazios... com vontade de manter o peso...
V ejo acenos, sorrisos trocados, beijos...
E stás onde? Não te encontro...
E ntristece-me a tua ausência,
M esmo sabendo que não "gostamos".
C orta-me a alma.
O ntem não te senti...
R eclamas-te de igual forma...
A penas te deixei respirar...
C iúmes...? Certamente que não...
A penas preocupação, dor,...
O nde estavas...? Onde estás...?
Q uando nos sentamos?
U ns metros à frente, uns metros atrás...
E stavamos, não estando.
N avegavamos, cada um por aí...
A ndei á deriva, é tua procura
O nde estavas...? Onde estás...?
S entimentos trocados
E moções trocadas...
N ada se pode fazer...
T udo por pessoas "erradas"? Não...
E stando meu coração sentindo ou não, olho para todos os lados, preferindo, por vezes nada ver.

"Olhos que não veem, coração que não sente"... será esta frase (dita) popular verdade?
Em minha opinião, tem o seu "q" de verdade sim...
Afinal é através da visão que as emoções se criam... se formam... é por aquilo que vemos, e por aquilo que ouvimos... preferindo muitas vezes não ver, ou ouvir algo...
Não tenho medo do que possa sentir... ou do que sinto... é apenas mais um reflexo de mim mesma... sou assim...
Até já!**










