quinta-feira, novembro 06, 2008

A vida é fantástica!



A Vida faz-nos chorar de inicio
E alguém sorri com nossas lágrimas
A Vida vai-nos aperfeiçoando os sentires
Para que possamos apreciar melhor seus encantos
Esta Vida traz-nos surpresas
Umas boas
Outras menos boas
Esta Vida surpreendenos a cada passo que damos
E nos apercebemos
Que o mundo que rodeia esta Vida
Afinal é tão pequeno
E parece que somos todos vizinhos.


A Vida é de facto fantástica
Optamos muitas vezes pelo seu lado sombrio
Mas a luz está lá
Temos os espinhos pelo caminho
E a terra macia em pararelo
Só compete a nós
Decidir, "Que caminho percorrer?"
Por vezes damos um passo em cada uma das opções
A Vida não nos dá possibilidade de andar para trás
Pois em frente é o seu caminho


Esta Vida não pára de me surpreender.


Para mim... A Vida é fantástica!!!!


Não achas?!

sexta-feira, outubro 17, 2008

A verdade que nunca se escondeu

Esta mesma verdade, por vezes pode magoar. E não é que magoa mesmo?!? Por muito que nao queira... a verdade ... maguou quem eu menos desejava magoar. Acredito que tenha desiludido... acredito que tenha cortado a ligação que existia.

Não consigo...

Simplesmente não consigo amar da mesma forma... e não... não te culpes... nada tem aver contigo. Sou eu a unica e exclusva culpada.
Por ter sido sempre sincera... por ter sido sempre verdadeira, não podia deixar de o ser nesse preciso momento. Não poderia estár a viver algo tão maravilhoso, mas que no fundo não o vivia a 100%. Fui sempre sincera... não escondi nada... mas também não podia dexar de ser sincera comigo mesma.
Não foi mais fácil para mim falar-te... do que para ti ouvir-me... Custou-me de igual modo, pois sabia que te magoava.
A dor que sentes, passará... é provavel que não mais me queiras ver, ou até mesmo falar... estás no teu direito, mas não queria que terminasse assim... porque afinal estavas quando eu precisei... eu estava mesmo quando não precisavas. Respeito a tua decisão, seja ela qual for. Respeito-te.

Não sou assim tão perfeita... porque afinal, também faço as pessoas sofrer.
Agradeço-te por tudo o que fizes-te e gostava que continuasses a fazer parte da minha vida (mesmo sendo essa uma opção so tua).

Deixo-te um beijo terno...*

A minha verdade... será sempre esta.

(imagem - retirada do google com busca como "verdade")

segunda-feira, outubro 06, 2008

As musicas que se descobrem...



Rui Veloso - Pequena dor

:)

sexta-feira, outubro 03, 2008

A Felicidade...

...de um amigo, é a minha ALEGRIA!

A Felicidade de um Amigo, é a nossa Felicidade também!

Quando descobrimos que os nossos amigos estão bem, parece que ficamos aliviados... mas não significa que a preocupação se foi embora... não... porque essa é uma teimosa de primeira, e vai morar para sempre junto de quem realmente gosta dos seus amigos.

Há, quem por inveja, ou ciúme,(ou sabe-se lá porquê) fique ofendido e até mesmo magoado com a Felicidade dos outros. Que fique incrédulo ao sentir que é posivel existir tanta Felicidade.

Por vezes custa aceitar(acreditar) que essa Felicidade é possivel de atingir, em escassos dias (até mesmo quando essa Felicidade nos bate à porta). E... para que essa Felicidade seja assim tão intensa, não podemos estár sempre à procura da Felicidade plena, mas ir vivendo cada momento de Felicidade que se vai cruzando no nosso dia-a-dia.

Como muitas vezes costumo dizer "o que quero é que todos sejam Felizes, desde que não venham mexer comigo que estou tão sossegada", de facto, a Felicidade é um Bem Mais do que precioso e está ao alcance de todos nós.

Penso apenas que não podemos correr atrás de uma Felicidade que vai sendo preenchida momento a momento, e eu pessoalment prefiro assim, porque a cada dia há um momento novo de Felicidade, enquanto, para quem almeja a Felicidade plena, essa Felicdade pode até o ser, mas não por muito tempo, porque há sempre qualquer coisinha que falta...

A Felicidade de um Amigo, é a minha Alegria!

(Hoje lembrei-me disto, porque um grande amigo está muito Feliz, e eu.... sorrio para ele... daqui... para aí)

Mocheeeeeeeeeeeeeeeeeeee ao .......... (amigo)

quinta-feira, setembro 25, 2008

Duas semanas após....

... aqui fica o que percorreu as bancas de jornais da minha cidade...


... e nem sempre as criticas são más... pois a reacção tem sido muito boa, não sei se será para agradar, mas o certo é que tem sido muito bommmmmmm... (nota-se pelo sorriso do dia 13, não se nota?)



Mais uma vez.... muito obrigada a todos :)
E... aproximam-se mais surpresas :)

quarta-feira, setembro 24, 2008

Infinito


O meu olhar perde-se naquele ponto
por vezes mais longe...
por vezes mais perto...

O Infinito por vezes está ao alcance de nosso olhar.
Basta uns pequenos passos dar e reparar que está mais perto
Mas quando voltamos a olhar...
Aquele mesmo ponto já mudou de sitio.

O pensamento perde-se por outros locais
Algo colorido prende-nos a atenção
Mas quando reparamos, já é algo diferente que nos prende o olhar.

Tão perto e tão longe ao mesmo tempo
Tudo ao alcance de um simples olhar.

terça-feira, setembro 23, 2008

"Paris..."


- Onde?!?!
"Queres vir passar um fim de semana a Paris?"
- Repete lá sff... onde?!? (acho que não limpei bem os ouvidos... ou os olhinhos)
"PARIS"
- Ai que me dá uma coisinha má...

Quem não terá tido um sonho semelhante?! quem será que nunca desejou ir à "cidade Luz"...
Eu confesso...
confesso-me culpada...
Eu já sonhei... passear-me por aqueles jardins...
subir (ou descer) o rio Senna...
ser a protagonista dos contos da bela catedral de Nottre Dame...
passear pelos bosques...
Sentir os cheiros daquela cidade...
Ouvir os sons...
Olhar a torre de seu nome Eiffel cá de baixo,
Ou ver as formiguinhas lá do cimo...
Passar por baixo daquele arco que me fará sentir mais triunfante...
Olhar por uma janela lá no alto de um dos andares... e ver todo aquele brilhante das luzes...e porque não o brilhar dos flocos de neve?!?!
Entrar em algum dos museus, mas não querendo fazer parte dele...
Percorrer aquelas ruas que nos enches os olhos de cada vez que olhamos as montras...
E até mesmo entrar no mundo da fantasia e das crianças... na EuroDisney.
Mas,
Passear...
correr...
rir...
namorar...
e...
amar em Paris?!?! Não cabe num único fim de semana...

É no minimo tentador... eu irei cair nessa tentação... mas antes de ir conhecer o mundo... porque não conhecer o nosso belo Portugal?

Eu quero...
Eu vou...
aliás... NÓS vamos :)

PARIS... Até breve.

sexta-feira, setembro 19, 2008

Não será já tarde?!

"tic, tac, tic, tac, tic, tac,...
o tempo corre.
Olho pela janela.
As pessoas correm.
Os carros correm.
Começamos a correr desenfreados pela casa!
Banho, toalha, roupa, escova de dentes, escova de cabelo...
"Fui!e já vou atrasado!"
"Não sei como consegues!? Eu continuo desesperada.
Atrás dos minutos que não me dão descanso..."
Cremes, camisa, casaco, carteira, chaves do carro, telemóvel...
Bato a porta e abro a porta... Perfume!
Bato a porta novamente e agora já não corro, voo!
Páro, o carro! E começo a correr.
Tomo o pequeno-almoço a correr.
Trabalho a correr.
Almoço a correr.
Dou comigo a correr sem saber porque corro.
Mas continuo a correr porque não há tempo para perguntas!
Volto para casa a correr.
Ou então, se o dia correu muito bem vou até ao ginásio, correr!
E depois volto para casa a correr, já atrasada para jantar.
Cozinho a ccorrer,
E pergunto no meio de tanta correria:
"e o teu dia, como correu?"
"como sempre! A correr de um lado para o outro!"
Jantamos a correr.
Conversamos a correr.
Deitamo-nos a correr, já estamos atrasados até para adormecer!
E em segundos caímos num sono profundo... exaustos! e sonhamos!
Sonhamos que um dia vamos mudar a nossa vida e, sem correrias,
vamos fazer tudo o que gostamos e que nos dá prazer.
Vamos ter tempo para viver."


Este texto, foi o meu mano que mo "ofereceu", pois recebeu-o num panfleto publicitário de uma marca de roupa... e eu qgora deixo a pergunta...

Porquê tanta correria?!
Quando será que vamos viver e aproveitar a vida?!
Será que nã vai ser tarde para aproveitar, quando acordarmos um dia?!

Pois...

segunda-feira, setembro 15, 2008

E... o dia 13 de Setembro às 16h... foi assim...

"2008-09-13, Biblioteca Camilo Castelo Branco, Famalicão
Apresentação de: “Sentada na Areia”, Joana Moça (Edium Editores, 2008)

Embora sabendo que me vou repetir, tenho de agradecer, e muito, a vossa presença aqui, nesta tarde de sábado, para assistirem ao lançamento de um livro de poesia. Mais agradeço dado se tratar de um livro especial, especial porque o primeiro da poetisa Joana Moça.

A poesia, tantas vezes tratada como o parente pobre da literatura, bem merece – e, por certo, também ela agradeceria – a vossa presença.

Muito obrigado por este vosso gesto.

Agradeço, também, à autora este inesperado convite. Posso dizer que não vim de propósito de Coimbra até Famalicão, mas vim com extremo agrado. Há de facto alturas em que só se pode dizer sim.

Bom, mas o certo é que sobre a Joana Moça, que hoje faz a sua estreia no mundo dos livros, não no acto da escrita de índole literária, pouco sei. Só hoje tive o privilégio de a conhecer pessoalmente.

O que tenho conhecimento está escrito na sua sinopse biográfica constante neste seu livro.



No entanto, pelo que li, não só no seu livro, mas também no seu blogue, embora se diga que o poeta, neste caso a poetisa, seja um fingidor, traz-me a imagem de alguém sensível e, através dessa sensibilidade, de alguém que procura interpretar o mundo por forma a entregar ao outro essa sua interpretação da maneira mais simples, mais perceptível possível.

Em suma: alguém que pretende comunicar de forma cristalina, sem adiposidades de qualquer sorte.

O livro: “Sentada na areia”, que hoje aqui se apresenta, editado sob chancela da Edium Editores, é o retrato perfeito dessa sua postura perante as mais diversas situações.

Este título: “Sentada na areia”, isto sem que haja necessidade de o abrir, sugere-me, de imediato, duas situações.

A primeira, alguém que está num areal. Nada mais simples. Mais concretamente, numa praia onde a imagino a contemplar o mar. Talvez observe o movimento das ondas. No entanto, pessoalmente, imagino a poetisa, a criadora desta obra, a contemplar a distância, aquela linha onde o mar e o céu se fundem num único corpo. Esta é a primeira sugestão.

A segunda aproxima-se mais da própria essência da poesia, do acto de construir e destruir para possibilitar uma nova construção. Imagino os parques infantis da minha infância onde havia sempre uma caixa de areia. Há uma criança que brinca sentada na areia. Ergue e arrasa e ergue a sua construção. Esta é a segunda sugestão.

Estas duas situações que o título me sugere são acções próprias da poesia. O poeta precisa de observar o mundo, necessita de encontrar pontos de fusão entre o mundo das ideias e o mundo material que, há pouco, representei como o horizonte.

Mas o poeta procura mais. Sabe que é urgente construir, destruir e voltar a construir, tal como a criança, o que ergue como poesia. A sua areia são as palavras. Trá-las para o corpo do poema, não só pelo que estas transmitem no plano racional, mas também pela musicalidade, plano emotivo, que estas em si possuem.

E é isto o que de facto se pode ler em “Sentada na areia”. Aliás, se tivesse necessidade de elaborar uma síntese, escreveria: “Sentada na areia”, uma viagem ao complexo através do simples ou uma viagem ao universal através do particular.

De facto, a escrita de Joana Moça demanda radicalmente o âmago do que a rodeia para posteriormente nos legar não algo como contemplado, mas algo a contemplar. Pretende, pelo menos esta é a minha leitura, através do que sente e pensa e que pela acção transforma em poema, dar-nos, é certo, a sua interpretação da coisa contemplada, mas mais do eu isso, dar-nos a possibilidade da fresta por onde o leitor – o que ousar fazê-lo – poderá, ele próprio, descobrir.

É uma poética que convida a essa descoberta, fá-lo mas do que entregar o dado como adquirido.

Talvez por isso Joana Moça escreva o seguinte, e passo a citar:

“São as ilusões que nos fazem caminhar”, fim de citação.

Através da descoberta particular, transfigurada em poema e em ilusão, entendida aqui não como erro de percepção, mas como sonho ou desejo, a autora estabelece um objectivo: através da escrita sugestiva possibilitar ao leitor o acesso a um espaço de partilha, de partilha de um caminho.

A elaboração do poema, objecto de arte, como tal feito para o usufruto do outro, parte do eu quer seja através de um plano sentimental, sensorial ou racional.

No caso de Joana Moça este eu surge como elaborador de um ponto de partida, não de um ponto intermédio ou final. Preconiza a abertura da tal fresta sobre o mundo por onde o leitor, como há pouco mencionei, pode entrar.

Se o fizer, pode então partir em busca dos caminhos da sua própria ilusão, aquela onde radica a essência do seu próprio caminho. O caminho visto sob a definição de Antonio Machado, aquele que se faz ao caminhar.

Há, portanto, e em forma de resumo, aqui, nesta obra, os cinco movimentos enunciados:

Primeiro: a sugestão do acto de contemplar, de observação – objecto a ser;

Segundo: indícios da recolha das palavras, matéria que enformará o objecto;

Terceiro: o facto em concreto da criação da possibilidade do objecto – o poema para o poeta;

Quarto: a pretensão da destruição do poema pela leitura;

E quinto e último: a possibilidade da criação do objecto em si – o poema para o leitor.

Joana Moça, neste seu “Sentada na areia” abre a possibilidade do caminho, indaga das suas coordenadas, elabora a sua cartografia, mas tudo para que seja ao outro possível o desenho do passo.

Muito obrigado."

A forma como fui apresentada ao mundo da poesia e aos presentes (Amigos) num dia de alegria... realizada por
Xavier Zarco

O meu sincero agradecimento a todos as pessoas presentes neste pequeno evento, que para mim foi uma enorme novidade, mas que penso que correu muito bem. E estou certa que falo que muitos ficaram com "Apetites" no pensamento :)

Obrigada... de coração... é preferivel não dizer nomes... pois quem lá esteve já me ouviu a falar :)... e não levem a mal por não ter personalizado os agradecimentos.... mas vocês sabem que estão aqui bem juntinho do meu coração :)

E... com imagens... uma pequena sintese...



quarta-feira, setembro 03, 2008